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☠️ ILHÉUS: INCAPAZ DE RESOLVER O BÁSICO, GOVERNO VALDERICO JUNIOR DEIXA FEIRA DO MALHADO EM COLAPSO ☠️

No dia 31 de dezembro de 2025, o governo de Valderico Junior completou um ano à frente da Prefeitura de Ilhéus. Um marco que deveria simbolizar avanços concretos, mas que, para grande parte da população, tem sido sinônimo de frustração, promessas não cumpridas e problemas estruturais ignorados.

Um dos exemplos mais visíveis — e também mais revoltantes — é a Feira do Malhado.

Durante a campanha eleitoral, o então candidato prometeu revitalizar o espaço, corrigir problemas históricos e devolver dignidade a feirantes, moradores do entorno e consumidores. Passado um ano de governo, a realidade é oposta: abandono, mau cheiro intenso, risco sanitário e proliferação descontrolada de urubus, agravando um problema que já existia, mas que nunca esteve em nível tão crítico.

O que antes era incômodo, hoje beira o estado de calamidade urbana.


Urubus, lixo e omissão: um problema conhecido e ignorado

A presença massiva de urubus na Feira do Malhado não é fenômeno natural, tampouco inevitável. A causa é conhecida:
👉 descarte inadequado de resíduos,
👉 ausência de manejo ambiental,
👉 falta de fiscalização e acondicionamento correto do lixo orgânico.

Um gestor minimamente comprometido já teria mobilizado a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, que conta com orçamento estimado em R$ 4,6 milhões, para implementar ações básicas e eficazes, como:

  • reorganização do sistema de coleta,

  • instalação de lixeiras fechadas e adequadas,

  • fiscalização do descarte irregular,

  • manejo ambiental correto para afastar aves necrófagas de áreas urbanas.

Nada disso foi feito.

A pergunta que ecoa entre feirantes e moradores é simples e incômoda:
por que o problema só piora?
há interesse real em resolvê-lo?


Estrutura precária e risco à população

Além da questão sanitária, a estrutura física da feira é antiga e visivelmente degradada. Há pontos com risco real de desabamento, expondo trabalhadores e consumidores a acidentes graves.

Ilhéus tem recursos. A cidade passou a arrecadar mais de R$ 900 milhões por ano, uma das maiores receitas do sul da Bahia. O que falta não é dinheiro — é prioridade.

Também seria plenamente possível criar programas de apoio para que os feirantes reformassem seus boxes, melhorando higiene, conforto e segurança, fortalecendo o comércio local e a economia popular. Novamente, nenhuma ação concreta.


Moradores em situação de rua: abandono que desumaniza

A Feira do Malhado também concentra um número crescente de pessoas em situação de rua e usuários de drogas, vivendo em condições degradantes, completamente esquecidos pelo poder público.

A prefeitura não pode tratar esse cenário apenas como “problema de ordem pública”. Trata-se de uma questão humana, que exige políticas de acolhimento, assistência social e saúde, devolvendo dignidade a quem foi empurrado para a marginalização.

Ignorar isso não resolve. Apenas aprofunda o colapso social.


Violência, insegurança e ausência do Prefeito

A Secretaria Municipal de Ordem Pública contará com cerca de R$ 37 milhões em orçamento. Com esse recurso, seria plenamente viável:

  • instalar câmeras de videomonitoramento,

  • reforçar a iluminação pública,

  • ampliar a presença da Guarda Municipal.

A região da feira é palco frequente de assaltos, arrombamentos, brigas, homicídios e até atos libidinosos em via pública. A população convive com o medo diariamente, enquanto o Prefeito não se faz presente.


Obras mal planejadas e erros que se repetem

Quando obras são feitas, surgem novos problemas. Intervenções recentes em distritos começaram a apresentar rachaduras e danos em menos de uma semana. Projetos que deveriam ser solução viram novo transtorno.

O chamado food park é outro exemplo: ideia estética, bem divulgada, mas inviável em dias de chuva, por ausência de cobertura e de sistema adequado de drenagem pluvial — tecnicamente, o correto é falar em escoamento e drenagem, com uso de manilhas, canaletas e declividade correta. Nada disso foi considerado, resultando em alagamentos constantes no local e no entorno.


Discurso gasto e paciência popular no limite

A cidade precisa de obras bem pensadas, bem executadas e com materiais de qualidade, espalhadas por toda Ilhéus — não apenas de festas e eventos.

A estratégia de culpar gestões anteriores já não convence como antes, especialmente quando figuras centrais do passado político da cidade — inclusive familiares e aliados — integram o atual governo. Para muitos, essa justificativa já não cola. E a tendência é colar cada vez menos.

Governar exige mais do que carisma ensaiado, vídeos para redes sociais e alianças políticas. Exige presença real, escuta ativa e ação concreta.

Um prefeito não é mais um cidadão comum. É o principal líder da cidade. Precisa de liturgia, postura e responsabilidade. Pode se comunicar de forma leve, mas no momento certo e com naturalidade — não forçando imagem enquanto os problemas se acumulam.


O tempo do discurso acabou

Valderico Junior precisa sair do discurso do “estou fazendo o que posso” e apresentar resultados sólidos. Sem isso, o desgaste tende a se intensificar.

A população espera ação, não explicação.
Espera solução, não narrativa.

Gestor competente identifica o problema e age, sem precisar anunciar que “não era sua área”. Afinal, resolver os problemas da cidade é obrigação do cargo — não favor.

O primeiro ano passou.
Agora, a cobrança é inevitável.

Se o poder não serve o povo, o povo precisa saber!

Redator : David Reis

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